11 de outubro de 2012

Sex bomb, sex bomb, you 'r my sex bomb



A campanha foi lançada por várias organizações ligadas aos profissionais do sexo: prostitutas/ os, actores e actrizes porno, strippers, operadores/ as de linhas eróticas. E se alguns estarão envolvidos em esquemas criminosos ou de proxenetismo (aplique-se a lei), outros há que fazem uma livre escolha (ou, pelo menos, tão livre quanto possível). Por isso,a pergunta é: deve esta gente pagar impostos e descontar para a segurança social? Ou dito de outra maneira: devem ou não ter direitos como todos os demais trabalhadores? Devem ou não ter direito à proteção na doença e na velhice? Devem ou não merecer da sociedade o mesmo respeito e sentido de solidariedade que um médico, um operário ou um empregado de escritório?

Sim devem, digo eu. E não venham as virgens púdicas aos gritos dizendo que isto é campanha de grupetas minoritárias e radicais. Esta campanha tem o corajoso apoio da obra das Irmãs Oblatas que, há muitos anos, trabalham com prostitutas de Lisboa.

É de direitos humanos que se trata. De não discriminação. E de liberdade.

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