A., pelos 40 anos, tenta engatar T., pelos 20. Não chegam a trocar palavras: olhares insinuantes e provocadores, gestos a indiciar desejo.
Não cruzam a fronteira até que T. olha fixamente para A., contrariando os sinais que dera até então. A. acalenta o peito e cresce em confiança.
T. aproxima-se de A., que esbugalha o rosto e sente o corpo inundado pela líbido.
Diz T: "tenho a impressão que já nos cruzámos."
A. quase em delírio.
T.: "o senhor é colega do meu pai, não é?".

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